terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Mais um Peugeot com o motor 1.6 Turbo
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Brabus ensina a arrepiar (o cabelo) com 800 cv
Tá certo que os conversíveis não têm o respeito que (talvez?) merecem, mas os preparadores alemães da Brabus – lar do V12 biturbo – transformaram um Classe E conversível em um destruidor de penteados com 800 cv. Mas até para ganhar respeito há um preço. Nesse caso, são US$ 680.000.
É muita grana, não? Mas por ter sido lançado na filial da marca em Dubai, isso não deve atrapalhar o sucesso do Brabus 800 E V12 Cabriolet. A Brabus seguiu seu modus operandi em preparações (ou seja: ignorância total), partindo do V12 de 5,5 litros da Mercedes-Benz S 600, ele ampliaram o deslocamento para 6,3 litros e depois instalaram dois turbocompressores e quatro intercoolers.
Eles também reforçaram a transmissão automática de cinco velocidades da Classe E para lidar com os 112,1 kgfm de torque (reduzido e limitado eletronicamente dos 144,7 originais!). Todo esse fôlego extra exigiu algumas novas entradas de ar – com um novo capô e tomadas exclusivas, além de um novo coletor de admissão.
Com ajuda do diferencial autoblocante da própria marca, o Brabus 800 E V12 Cabriolet vai de 0 a 100 em 3,7 segundos, a 200 km/h em 9,9 segundos e a 300 km/h em 23,9 segundos. A velocidade máxima divulgada de 370 km/h depende claro, da escolha do comprador quanto à relação de marchas. A suspensão também foi retrabalhada, com amortecedores (coilovers) ajustáveis desenvolvidos pela Bilstein, calibrados para o motor mais pesado. A distância para o solo também pode ser ajustada em até 3,5 cm.
Ah, você quer freios? Discos ventilados com 38,1 x 3,7 cm e pinças de 12 pistões na dianteira; 36 x 2,8 cm com pinças de seis pistões na traseira. Melhor que ancorar o carro. Será que tudo isso compra o seu interesse por conversíveis?
sábado, 25 de junho de 2011
Ultimo exemplar do Bugatti Veyron é vendido
O último dos 300 Bugatti Veyrons 16.4 “normais” acaba de sair da fábrica na zona rural francesa, já está reservado e será entregue ano que vem. E você achando que conseguiria juntar dinheiro suficiente a tempo de comprar um. Claro, os bilionários do mundo ainda poderão comprar o convesível Grand Sport, e se você realmente precisa jogar grana pela janela, sempre haverá uma oferta relativamente ampla no mercado de usados. Mas mesmo para aqueles que, como nós, nunca serão tão ricos, vale a pena parar para pensar um pouco no fim de uma era onde humanos construíam carros com 16 cilindros, mais de 1000 cavalos e que era capaz de correr a mais de 400 km/h enquanto queimava oito litros de gasolina por minuto. Sic semper tyrannis.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
10 carros que melhoraram com o tempo
Toyota Prius 2001Cara, o Prius era feio, não? Não é nenhuma Lamborghini hoje, mas sorte a nossa que eles arrumaram o carro. A história é que a Toyota tinha uma competição entre seus departamentos de estilo pelo Prius e o pessoal da Califórnia venceu. Uau, Toyota California Design! Vocês realmente sabem como desenhar um carro.
Toyota Supra 1979No começo o Supra era mais um grand tourer que um cupê esportivo com foco no desempenho que todos conhecemos e adoramos. Não era lá muito rápido, mas era bom de dirigir. O carro acabou se tornando o monstro turbinado que todos adoramos.
Pontiac Fiero 1984O Fiero ganhou versões nervosas desde o seu lançamento, mas como recém-nascido, foi problemático. O carro era pesado demais para o fraco Iron Duke de quatro cilindros, o que afeta tanto o desempenho em linha reta quanto o manejo do carro. Um V6 foi instalado e o desempenho melhorou, mas a GM perdeu a paciência com o modelo e tirou o fio da tomada logo depois.
Ford Explorer 1997Qual era seu problema? Ele foi aquele que deu início a tudo. Que ideia brilhante, Ford: vamos construir um SUV para pessoas que não andam fora da estrada! Além disso, qualquer brisa afetava o equilíbrio do carro. O monstro da rolagem foi domado e o atual modelo até é agradável de dirigir.
Ford Ecosport 2003A proposta de jipe urbano do Ecorsport fez sucesso instantâneo desde o lançamento, em 2003. Poucos meses depois, porém, o modelo já havia recebido o apelido "Nhecosport", devido à irritante e inacreditável capacidade de produzir barulhos e rangidos no interior. Aos poucos, a Ford tratou de melhorar o acabamento e a qualidade de construção do carro, e evitou que o Ecosport se tornase um mico.
Land Rover Discovery 1989O primeiro Discovery tinha sérios problemas em qualquer lugar que não fosse uma selva ou um deserto. Era instável sob ventos laterais, era ensurdecedor no asfalto e – surpresa! – tinha os típicos problemas elétricos dos carros ingleses. Por sorte o atual modelo, o Discovery 4, é livre de quase todos esses problemas.
Porsche Boxster 1997Junto com o Miata, o Boxster surgiu para representar o roadster moderno. É o Porsche "acessível" e o baixo preço da versão de entrada deve ter algo a ver com os inúmeros problemas de confiabilidade e qualidade dos primeiros modelos. O novo Boxster tem estilo, velocidade e é confiável. Você escolhe.
VW Polo 2003O Polo nasceu com qualidades de construção, acabamento e dirigibilidade inegáveis. O problema foi a frente, com quatro faróis redondos separados ao melhor estilo Mercedes classe E da época, mas absolutamente sem nenhuma identificação com o resto da linha VW. Quando as duplas se uniram, no facelift realizado em 2006, as vendas finalmente entraram nos eixos. No caso do sedã, também ajudou a repaginada na traseira, substituindo as lanternas horizontais por outras com formas arredondadas – curiosamente o contrário do que houve na dianteira. 
Chevrolet Corvette 1953
Apesar da harmonia pura do design, o primeiro Corvette era um estilista anêmico. Difícil imaginar hoje um Vette sem motor V8, mas ele nasceu com um seis cilindros em linha com 150 cavalos, acoplado a uma geriátrica transmissão automática de duas (duas!) marchas. A aura que hoje parece eterna só seria consolidada após o advento do V8, em 1955, atingindo o ápice com a segunda geração, o mitológico Stingray, de 1963.
Dodge 1800 1972
Por que melhorou? Simplesmente porque não tinha como piorar. Apesar da cilindrada respeitável, o motor 1.8 fazia no máximo 140 km/h, e com alto consumo. A qualidade da manufatura era temerária: num teste de longa duração da revista Quatro Rodas, a alavanca de câmbio partiu-se quatro vezes em 30 mil km! Os aprimoramentos graduais foram tantos que, em 1976, o carro foi rebatizado de Polara. As vendas melhoraram, mas não tanto: após nove anos de vida, o "Dodginho" se aposentou, registrando razoáveis 92.665 unidades construídas.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O que realmente significa pra nós os muscle-cars?
Para muita gente, dar importância ao ranking de vendas de esportivos de duas portas é algo tão equivocado quanto fazer um concurso de cuspe a distância. Grandes V8 são espécies ameaçadas e a tração traseira aumenta o consumo de combustível. Mas, pelo amor de deus, a suspensão traseira do Mustang tem a mesma tecnologia que uma Pampa. Quem se importa? Todos nós deveríamos, porque o Camaro e o Mustang (e o Dodge Challenger) não são mais os museus ambulantes da tecnologia automotiva, peças velhas cobertas por carrocerias reluzentes vendidas a jovens com muita grana. Eles são tão avançados quanto qualquer outro modelo que a GM e a Ford fazem sem motores elétricos, e eles estão evoluindo rápido.
É importante notar que não foi apenas um acidente de percurso que o Camaro tenha vencido a corrida de vendas em 2010; ele foi batido pelo Mustang até 2009. Projetado na Austrália, construído no Canadá e estilizado em Detroit, o Camaro é o exemplo de como a GM precisa trabalhar com seus recursos globais. Seu visual é polarizador: a visibilidade é comparável ao de um caveirão do BOPE e o porta-malas parece um envelope, mas ainda é um dos carros mais divertidos pelo que custa.
Legiões de fãs do Mustang já estão dizendo que 2010 foi um engano; eles culpam a Ford por anunciar os modelos novos cedo demais, incluindo aí o retorno do 5.0 V8, e que o V6 de 2011 faria 12 km/l em trecho rodoviário. Até mesmo a Ford fez pouco caso da competição, apesar da enxurrada de press-releases no começo de 2010 falando sobre as poucas vitórias do Mustang. Mas em alguma sala na matriz da Ford há um quadro com um gigante “DERROTAR O CAMARO” escrito como uma das metas para 2011.
Não foram apenas o Camaro e o Mustang que ganharam novos compradores em 2010 (32% e 10% em relação a 2009, respectivamente). O Dodge Challenger, debilitado pelo maior chassi dos três, viu suas vendas crescerem 42%.
Há poucos anos, a Ford, a GM e a Chrysler se contentariam em contar o dinheiro e deixariam os carros mais vendidos de lado, arrumando apenas umas cores novas. Em vez disso, o Camaro ganhará uma versão conversível, uma nova edição Z28 e aparentemente um V6 aprimorado. A Ford já está falando sobre as mudanças no Mustang 2012, além do desfile inifinito de edições especiais. O Challenger também ganhará um novo V6 e novas versões de alto desempenho. Os modelos mais radicais do Camaro e do Mustang terão mais potência que seus topos-de-linha tinham há dez anos e ainda serão mais econômicos.
Há uma verdadeira guerra entre os muscle cars de Detroit, não entre as fabricantes, mas entre dois grupos de fãs que não precisam mudar de vida para ter um bom esportivo. No ano passado, mais de 190 mil pessoas se juntaram-se à causa de dirigir com prazer a bordo destes três modelos.
É assim que se ganha uma guerra.
[E nós do hemisfério sul perguntamos: dona Ford, os caras da GM venderam 500 Camaros no Brasil em 40 dias. Lucro. Dinheiro. Sonhos. Imagem. O que falta para vocês trazerem o Mustang oficialmente para cá, do jeito certo?]
sábado, 21 de maio de 2011
Conversível??? Ou será Sem-Teto ????
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Dez carros para dez super-heróis
Capitão Planeta Carro: Uno Ecology
Por que é super apropriado? Sim, nós sabemos que vocês esperavam um Prius. Mas dane-se. Você sabe quanto impacto ambiental gera a produção das baterias de um Tesla? Reduza, re-utilize, recicle, é o que o Capitão Planeta sempre diz. Onde está seu coração? Um carro que emprega bagaço de cana, fibras de coco e garrafas PET recicladas para economizar quase 17 kg de material feito de petróleo é o carro ideal para o Capitão Planeta.
Jaspion Carro: Mazda RX-8
Por que é super apropriado? Além do seu infame robô-gigante Daileon, e de sua Allan Moto Space capaz de voar, Jaspion garantia a justiça e lutava contra seus inimigos MacGaren e Satan Goss a bordo de um Mazda RX-7 prata. Um novo robô, uma moto mais malvada e a evolução de seu Mazda de motor rotativo seriam ideais para sua luta pela justiça no século 21.
Tocha Humana Carro: Ferrari 458 Italia.
Por que é super apropriado? Porque tem um visual incrível e pega fogo o tempo todo. Uma opção barata? Que tal o Fiat Tipo?

Robin, o “amigo” do Batman
Carro: Citroën C3
Por que é super apropriado? Ele é bonzinho, eficiente, ajuda o herói e as meninas adoram, mas sua presença meio afrescalhada sempre causa rumores sobre as preferências do homem-morcego.
Thor
Carro: Volvo Sugga Militar
Por que é super apropriado? Alguma dúvida de que o estranho e truculento Volvo Sugga em sua versão militar (imagine um avô viking do Hummer) seja o carro ideal para o nórdico Poderoso Thor?
Capitão América Carro: Ford F-150 Raptor
Por que é super apropriado? Capaz de cruzar o deserto a 150 km/h e saltar sobre pequenas dunas em um único ataque, o Raptor é um F-150 comum preparado em níveis incríveis pela Special Vehicles Team (SVT), e surgiu em um período difícil para reafirmar os valores americanos – picape grande, cara de mau e motor violento.
The Flash Carro: Peel P50
Por que é super apropriado? O Flash era apenas um nerd que trabalhava no laboratório da faculdade e ganhou super poderes, mas sua identidade precisa ser mantida em segredo. Como escondê-lo? Com o carro mais lento e desestimulante do mundo.
Supergêmeos Carro: Dois Mazda Miata
Por que é super apropriado? Eles combinam, são velozes e equilibrados. E bonitos – ou no mínimo simpáticos.
Surfista Prateado Carro: Mercedes SLS AMG
Por que é super apropriado? Temos certeza de que o Surfista Prateado honraria seu estilo fashion escolhendo uma legítima herdeira das Flechas de Prata. Além disso, o SLS AMG também possui superpoderes, e já tem asas para voar no caso de uma emergência.
O homem invisível Carro: Toyota Corolla
Por que é super apropriado? É um carro tão neutro e onipresente que você nem lembra que ele existe. Se você visse um Lamborghini sem motorista, tiraria uma foto. Ninguém olha para o motorista de um Corolla porque todo mundo sabe como os tios se parecem.
Alguém tem mais sugestões de duplas dinâmicas?
terça-feira, 22 de março de 2011
Alguns carros que morreram em 2010
Todos os anos, os fabricantes descontinuam modelos sem muito alarde, mais preocupados com o lançamento do novo modelo que em lembrar a memória de um nome que se vai. Ninguém se lembra do dia em que o Suzuki Vitara deixou de existir para tempos depois reencarnar como o Tracker, e não fizeram placas comemorativas para lembrar a última Montana com uma plataforma mais moderna que seu sucessor homônimo.
Muitos dos modelos que perdemos esse ano, no entanto, tiveram um impacto duradouro nos cenário automotivo. Seja por terem preenchido um nicho, serem sucesso de vendas ou a simples incapacidade de lançar um novo produto, os carros que não mais serão vistos nos pátios dos concessionários e locadoras em 2011 nos deixam uma renovada sensação de esperança para a indústria automotiva – e um material para recontar piadas recorrentes.
Fiat Stilo (2002-2010)
Aposentou-se para dar lugar ao Bravo, e parte deixando um público fiel que apreciava seu visual monolítico e a generosa oferta de equipamentos. Além do cobiçado esportivo Abarth com motor 2.4 e 167 cavalos, deixam saudades as versões especiais Schumacher (com rodas de belo desenho, mas motorzinho discreto) e Blackmotion, série final repleta de acessórios.
Sua ficha estaria ainda mais limpa não fosse a série de acidentes causados por problemas no cubo da roda. Menos mal – pelo menos para a marca – que a notícia estourou apenas no final de sua vida no mercado.
Renault Scénic (1999-2010)
A primeira minivan de grande sucesso no Brasil foi responsável pela consolidação de um setor que logo teria Zafira, Picasso, Idea e companhia. Infelizmente para nós, o que continuou em fabricação até o último mês de julho no Paraná foi apenas a primeira geração do veículo baseado no Mégane, totalmente defasada. Lá fora, a Scénic II apareceu em 2003, e a terceira geração é do ano passado.
Apesar dos ótimos serviços prestados, já vai tarde. O grupo Renault-Nissan atualmente aposta na Livina e Grand Livina, mas sem o mesmo sucesso, em um segmento que por si só já não parece atrair tantos compradores quanto há dez anos atrás.
Chamonix (1987-2010)
Uma das melhores fabricantes de réplicas de Porsche clássicos no mundo, a Chamonix anunciou em 2010 a paralisação de sua linha de montagem. A demanda pelos 356, Speedster e Spyder 550 feitos com esmero e refrigerados a ar – e colecionados por gente como Gordon Murray – estaria muito baixa devido à valorização do Real (que dificulta as exportações), ao descaso do mercado consumidor interno (que nunca deu muita bola para réplicas).
Junte a isso a inevitável carga tributária local, e temos o fim de um orgulho automotivo. A paralisação, todavia, pode ser apenas temporária. Tomara.
Ford Explorer com carroceria sobre chassi (1991-2010)
O veículo que criou uma categoria e começou uma febre, o Ford Explorer sobreviveu aos escândalos dos pneus Firestone, a demanda por veículos ainda maiores e milhões de crianças carregadas para o futebol. Foi vendido como Mazda Navajo, Mercury Mountaineer, redecorado de todas as formas imagináveis e até desconstruído de volta para a picape da qual foi criado.
Apesar de o nome Explorer voltar em um modelo 2011, os traseiros de motoristas e passageiros logo vão descobrir que o carro não é mais produzido com a carroceria sobre chassi. Os off-roaders mais sérios vão torcer o nariz para o SUV de construção monocoque, mas não estranharíamos descobrir que eles não são o mercado alvo do modelo.
PT Cruiser (2000 a 2010)
Assim como calças brancas, camisetas Armani com letras garrafais e Kenny G, o PT Cruiser simplesmente não desaparece. Até este ano.
Afrescalhado com molduras de placas cromadas imitando correntes, “painéis de madeira” de vinil e mais chamas que a pior imagem do inferno imaginável, é fácil perceber porque o modelo recebeu o apelido de “loser cruiser” nos Estados Unidos. A Chrysler propositalmente desenhou o PT Cruiser para que fosse classificado como um utilitário e ajudar a empresa a atingir as metas dos níveis de consumo de combustível para utilitários nos EUA. Infelizmente, bebia como uma picape média.
Os aposentados que lamentam a perda do carrinho retrô podem mirar as pensões para outra criação do projetista do PT Cruiser, Bryan Nesbitt, o Chevrolet HHR.
Honda Element (2002-2010)
Enquanto a maioria dos veículos em fim de linha são guinchados discretamente para o ferro velho celestial, a Honda tomou o inusitado caminho de anunciar o fim do Element à imprensa.
Com o Element, a Honda cometeu o clássico erro da indústria automotiva. Miraram a publicidade do modelo para o público na casa dos vinte anos, esquecendo que poucos jovens podem bancar um carro novo que não seja popular. Ainda que o interior fosse ideal para viagens e as portas facilitassem na mudança da república de volta para casa, a maioria do público alvo do Element ia à concessionária da Honda para negociar o pagamento de um Fit com anos de uso.
Chevrolet Cobalt (2004-2010)
Quando substituiu o igualmente insosso Cavalier, o Cobalt foi proclamado como o “novo matador de sedãs japoneses” (título que no Brasil serviu por algumas semanas para Vectra, Megane e até Linea). O Cobalt era bom – especialmente na versão que trazia o aerofólio cafona da foto, a SS – mas nada sensacional. Como a maioria dos antecessores com a gravatinha dourada, o Cobalt ficou à sombra do Corolla e Civic e acabou relegado aos pátios das locadoras – ou seja, na próxima viagem à gringolândia, você pode alugar um desses bem baratinho.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Mais um motivo para você ir ao Beto Carrero World
Os preços partem de R$ 50,00, preço de uma carona no Mustang por cinco quilômetros. Para dirigí-lo, os condutores terão que pagar R$ 150,00. Os preços variam. O Boxster e o Corvette C6, por exemplo, custam R$ 250,00 para serem dirigidos durante 8 quilômetros. Já a 360 Modena custa R$ 550 reais, e o Gallardo, R$ 690,00 para ser dirigido e R$ 250 para uma carona.
Trata-se de um passeio imperdível, sejam para os fãs de carros ou para curiosos que sempre sonharam em andar nas tão famosas Ferrari. E, dessa vez, o leque de escolha e de preços são maiores e mais amigáveis.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O prazer ao dirigir com os cabelos ao vento está de volta ao Golf (ao menos o na Europa)
Os europeus nunca esconderam sua predileção por carros conversíveis. Embora o clima de alguns países nem sempre favoreça andar sem capota, os carros com teto removível têm uma aceitação bastante grande. Em Genebra, a Volkswagen promove o retorno de um de seus modelos mais famosos no Velho Continente, o Golf Cabriolet.O carro segue as linhas da sexta geração do hatchback, lançada em 2008. As diferenças aparecem no para-brisa mais inclinado e no desenho da linha de cintura, ligeiramente mais alta que no hatch. A traseira também se destaca pelos traços harmoniosos, com as mesmas lanternas com LEDs do Golf GTI. Já a capota de tecido tem acionamento elétrico e pode ser aberta ou fechada a até 30 km/h.
O Golf Cabriolet é equipado com vários itens de segurança, como barra santantonio que se ergue na iminência de um capotamento, airbags laterais (que protegem cabeça e tórax) e airbag para proteção do joelho do condutor. O carro será oferecido com uma ampla gama de motorizações, com potências que variam entre 105 cv e 207 cv.
A transmissão DSG (com dupla embreagem) estará disponível na maioria das versões e o Golf Cabrio ainda possuirá uma versão BlueMotion, voltada para economia de combustível. Os preços do Golf Cabriolet vão começar em 23.625 euros na Alemanha.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Novo Chevrolet Camaro conversivel será o Pace Car na Indy 500
Segundo o site Noticias Automotivas, o Camaro SS Convertible servirá de Pace Car na tradicional corrida Indianapolis 500. Só que desta vez será a versão conversível. A partir da unidade que estará na corrida, será feita uma edição especial com 50 unidades sendo vendidas no mercado.
O motor do modelo é o mesmo V8 existente no Camaro vendido no Brasil. Mas a versão especial tem uma pintura exclusiva, branca com faixas vermelhas. A primeira unidade das 50 será leiloada no evento da Barrett-Jackson, que acontece amanhã.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Dodge Viper vai ter uma ultima edição especial antes de ir embora.
O Dodge Viper não irá embora de nossas vidas sem a sua última série especial. A Dodge está dando a oportunidade especial para as concessionárias que mais venderam o modelo, de terem suas próprias edições especiais criadas.

