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sábado, 13 de agosto de 2011

Toyota Prius Plug-In Hybrid finalmente nasceu

Pode parecer estúpido e simples, mas o Prius nasceu em 1998, ganhou uma nova geração em 2002 e a terceira em 2009, e só agora ele poderá ser carregado nas tomadas de casa.

Dependendo sempre de seu pequeno motor, o Prius agora chega ao modelo 2012 com a versão Plug-In Hybrid. Apesar de ter apresentado o modelo, a Toyota não revelou informações básicas, como alcance das baterias no modo elétrico e tempo de recarga.

Estima-se que o Prius Plug-In Hybrid tenha consumo médio de 45,4 km/litro, número bem bonitinho em comparação ao resto do mundo.

domingo, 31 de julho de 2011

WEG está disposta a fabricar motores elétricos para carros

A Weg – empresa especializada na produção de motores e equipamentos elétricos – vai produzir propulsores elétricos para veículos no país.

A empresa catarinense fez um financiamento de R$7,5 milhões do BNDES, de um total de R$12 milhões que serão investidos no desenvolvimento destes novos motores.

O objetivo é produzir motores elétricos específicos para veículos automotores híbridos ou puramente elétricos.

A empresa vai fornecer esse tipo de motor para a indústria nacional, e eventualmente poderá fornecer para algum fabricante de carro elétrico no país.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

10 carros que melhoraram com o tempo

Às vezes carros ruins são como os vinhos – precisam de alguns anos para ficarem bons. Aqui estão dez carros que ficaram melhores com o passar dos anos.
Toyota Prius 2001
Cara, o Prius era feio, não? Não é nenhuma Lamborghini hoje, mas sorte a nossa que eles arrumaram o carro. A história é que a Toyota tinha uma competição entre seus departamentos de estilo pelo Prius e o pessoal da Califórnia venceu. Uau, Toyota California Design! Vocês realmente sabem como desenhar um carro.
Toyota Supra 1979
No começo o Supra era mais um grand tourer que um cupê esportivo com foco no desempenho que todos conhecemos e adoramos. Não era lá muito rápido, mas era bom de dirigir. O carro acabou se tornando o monstro turbinado que todos adoramos.
Pontiac Fiero 1984
O Fiero ganhou versões nervosas desde o seu lançamento, mas como recém-nascido, foi problemático. O carro era pesado demais para o fraco Iron Duke de quatro cilindros, o que afeta tanto o desempenho em linha reta quanto o manejo do carro. Um V6 foi instalado e o desempenho melhorou, mas a GM perdeu a paciência com o modelo e tirou o fio da tomada logo depois.
Ford Explorer 1997
Qual era seu problema? Ele foi aquele que deu início a tudo. Que ideia brilhante, Ford: vamos construir um SUV para pessoas que não andam fora da estrada! Além disso, qualquer brisa afetava o equilíbrio do carro. O monstro da rolagem foi domado e o atual modelo até é agradável de dirigir.
Ford Ecosport 2003
A proposta de jipe urbano do Ecorsport fez sucesso instantâneo desde o lançamento, em 2003. Poucos meses depois, porém, o modelo já havia recebido o apelido "Nhecosport", devido à irritante e inacreditável capacidade de produzir barulhos e rangidos no interior. Aos poucos, a Ford tratou de melhorar o acabamento e a qualidade de construção do carro, e evitou que o Ecosport se tornase um mico.
Land Rover Discovery 1989
O primeiro Discovery tinha sérios problemas em qualquer lugar que não fosse uma selva ou um deserto. Era instável sob ventos laterais, era ensurdecedor no asfalto e – surpresa! – tinha os típicos problemas elétricos dos carros ingleses. Por sorte o atual modelo, o Discovery 4, é livre de quase todos esses problemas.
Porsche Boxster 1997
Junto com o Miata, o Boxster surgiu para representar o roadster moderno. É o Porsche "acessível" e o baixo preço da versão de entrada deve ter algo a ver com os inúmeros problemas de confiabilidade e qualidade dos primeiros modelos. O novo Boxster tem estilo, velocidade e é confiável. Você escolhe.
VW Polo 2003

O Polo nasceu com qualidades de construção, acabamento e dirigibilidade inegáveis. O problema foi a frente, com quatro faróis redondos separados ao melhor estilo Mercedes classe E da época, mas absolutamente sem nenhuma identificação com o resto da linha VW. Quando as duplas se uniram, no facelift realizado em 2006, as vendas finalmente entraram nos eixos. No caso do sedã, também ajudou a repaginada na traseira, substituindo as lanternas horizontais por outras com formas arredondadas – curiosamente o contrário do que houve na dianteira.

Chevrolet Corvette 1953

Apesar da harmonia pura do design, o primeiro Corvette era um estilista anêmico. Difícil imaginar hoje um Vette sem motor V8, mas ele nasceu com um seis cilindros em linha com 150 cavalos, acoplado a uma geriátrica transmissão automática de duas (duas!) marchas. A aura que hoje parece eterna só seria consolidada após o advento do V8, em 1955, atingindo o ápice com a segunda geração, o mitológico Stingray, de 1963.

Dodge 1800 1972

Por que melhorou? Simplesmente porque não tinha como piorar. Apesar da cilindrada respeitável, o motor 1.8 fazia no máximo 140 km/h, e com alto consumo. A qualidade da manufatura era temerária: num teste de longa duração da revista Quatro Rodas, a alavanca de câmbio partiu-se quatro vezes em 30 mil km! Os aprimoramentos graduais foram tantos que, em 1976, o carro foi rebatizado de Polara. As vendas melhoraram, mas não tanto: após nove anos de vida, o "Dodginho" se aposentou, registrando razoáveis 92.665 unidades construídas.

sábado, 21 de maio de 2011

Ford Fusion ganha versão V6 mais barata

Você vai comprar um Ford Fusion SEL 3.0 V6? Então sabia que agora a Ford disponibiliza uma versão mais barata.
Trata-se da perda da tração integral, sistema de monitoramento de ponto cego (BLIS), câmera de ré e sensor de chuva. de série. Para compensar a ausência do BLIS, a Ford introduziu nesta versão um mini espelho convexo para reduzir o ponto cego.
Agora, as versões são:
SEL 2.5 (FWD) R$83.660,00
SEL 2.5 (FWD, Teto Solar) R$87.660,00
SEL V6 (FWD) R$94.360,00
SEL V6 (AWD, BLIS) R$103.360,00
SEL V6 (AWD, Teto Solar) R$107.360,00
Hybrid (FWD) R$133.900,00

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ford apresenta novo Focus ECOnetic 2012 . . . mas só na Europa

A Ford apresentou para a Europa o modelo 2012 do Focus ECOnetic. Opção mais econômica e ecológica da linha Focus 2012, o ECOnetic se destaca pelos apêndices aerodinâmicos para economizar combustível. As calotas das rodas são aerodinâmicas, além de contar com suspensão rebaixada, transmissão com relações mais longas e pneus de baixa resistência à rolagem.
Há ainda o sistema de desligamento automático do motor (Start&Stop), freios regenerativos, modo ECO e indicador de mudança de marcha. O motor não podia ser outro que não um diesel, que no caso é o 1.6 TDCi com 105 cv. Esse bloco é capaz de consumir 1 litro de diesel a cada 28,5 km. O nível de emissão de CO2 fica em 95 g/km.
(fonte: vocês já sabem né . . .)

domingo, 12 de dezembro de 2010

10 carros que estavam à frente de seu tempo

Quando os projetistas de carros tentam ser futuristas eles normalmente aparecem com veículos fascinantes reverenciados ou difamados por seus avanços. Esta é a lista com o melhor das sugestões enviadas pelos leitores e escolhidas pela combinação do pretérito com o futuro.

Tucker Torpedo
Características futuristas: uma resposta óbvia, mas importante, porque o Tucker 48/Torpedo ficou famoso por ser tão futurista que acabou morrendo (e se matou). Dos bancos centrais ao farol ciclope que se movia junto com a direção, o carro era maravilhosamente avançado. Ele tinha até controles do rádio no volante, prevendo o acesso facilitado e seguro aos controles. Também foi desenhado para gerar o menor arrasto aerodinâmico possível, como fazem os carros híbridos modernos Prius e Honda Clarity. Perdê-lo foi uma verdadeira tragédia.

Audi Quattro
Característica futurista: o diferencial central longitudinal do Quattro é combinado com a transmissão de modo a formarem praticamente uma só peça. Um primor de técnica e aderência, aliado à juventude quase irresponsável do uso do turbo, e com todo um cenário - o grupo B de rali - pronto para influenciar até hoje a indústria automotiva de alto desempenho.

Fiat 147
Característica futurista: rodava com combustível vegetal em 1979. Depois da crise do petróleo, o governo brasileiro lançou o programa Pró-alcool para reduzir a dependência do petróleo estrangeiro. Aproveitando os incentivos, a Fiat lançou o primeiro carro movido a álcool produzido em série no mundo. Hoje os carros movidos a etanol já rodam nos EUA, Canadá e Europa - principalmente na Suécia - mas sempre com um mínimo de 15% de gasolina.

Citroën DS
Características futuristas: lançado em 1955 o DS tinha suspensão hidropneumática ajustável e independente nas quatro rodas, freios a disco na dianteira, retrovisor interno prismático, tanque de combustível à frente do eixo traseiro para maior segurança. Na década de 60 o modelo ganhou faróis direcionais, que moviam-se de acordo com o esterço do volante e um sistema de diagnóstico que avisava o motorista sobre o nível de fluidos. E para coroar as inovações, sua carroceria de desenho atemporal.

Gurgel BR-800
Característica futurista: João do Amaral Gurgel não foi o primeio a prever que no futuro desejaríamos carros urbanos, mas foi o único aqui no Brasil que levou a ideia adiante. Seu minicarro de quatro lugares era totalmente nacional, incluindo o motor Enetron de alumínio com dois cilindros e 0,8 litros, com avanço da ignição controlado por processador eletrônico. Tinha um estilo moderno e cativou muitos pela simpatia, mas também era lento e não tão barato. A baixa demanda aliada aos incentivos fiscais a carros com motor de até 999 cm³ criado nos anos 90 levaram a Gurgel à falência em 1993.

Mini
Características futurista: o Mini foi o carro que inaugurou o conceito de pequeno por fora e grande por dentro. Como tinha motor e tração dianteiros, 85% do comprimento do carro ficava livre para os passageiros e bagagem. Quando o equiparam com o motor 1275, virou o Mini Cooper S e tornou-se o primeiro hot hatch da história. Há mais de 50 anos ele estabeleceu o padrão que seria seguido pelos carros compactos dali em diante.

Lancia Stratos
Característica futurista: motor central, tração traseira, forma de cunha. É o supercarro moderno antes de haver um supercarro moderno. É tão avançado que construíram um novo usando os mesmos princípios de 40 anos atrás - e com resultados menos futuristas.

Lohner Porsche Hybrid
Características futuristas: antes do Volt ou do Prius, antes do 356 e do 911, Ferdinand Porsche construiu um carro híbrido. Foi em 1901. O carro começou como um modelo elétrico em 1899 que vendeu e correu bem, mas desejando uma autonomia maior, Ferdinand instalou um gerador para aumentar a autonomia. Essa história soa familiar...

Ford Belina 4x4
Características futuristas: uma perua compacta com tração 4x4? Estão loucos? Como isso pode funcionar? Avance 20 anos no tempo e aí estamos com o "feijão-com-arroz" da Subaru. Além disso, a suspensão elevada que dá um ar aventureiro antecipou a tendência dos Adventures-isso, Cross-aquilo. Pena que a durabilidade do sistema não era lá essas coisas.

Alfa Romeo Giulia Super

Característica futurista: Alguém na Alfa um dia teve uma grande ideia: vamos pegar nosso potente motor de competição com comando duplo de válvulas e colocá-lo em nosso pequeno sedã compacto. E assim, o Alfa Giulia Super nasceu. Com discos de freio e suspensão mais rígida, é o avô italiano de todos os sedãzinhos apimentados, e popularizou uma experiência mais prazerosa de dirigir, criando um novo tipo de motorista.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Novidades da Ford para Salão

O MG Autonovidades estará cobrindo o Salão do Automóvel no dia 1º de novembro e trará os principais destaques. Mas enquanto isso não acontece cobrimos novidades da Ford. Hoje, anunciou no Anhembi a presença da versão Titaniun do Focus Hatch e Sedan. Oferecida somente com motor 2.0 16V Flex de 148 cv, está disponível com câmbio manual e automático ( o primeiro somente para o Hatch).
Chega para substituir a versão Ghia que seria até agora a versão mais luxuosa dos carros médios da Ford. A única novidade da versão Titaniun são as Rodas de Liga Leve aro 16" iguais as do Focus ST europeu e faróis direcionais. Os preços começam em R$ 70.595 o Hatch manual e vai até R$ 77.275 o Sedan Automático.
O Ford Edge chega em sua segunda geração para ter o sucesso perdido da primeira, que custava altos R$150 mil. Agora parte de R$122 mil e teve seu motor remapeado. Continua 3.5 V6, mas agora tem 20 cv a mais, no total de 289 cv. Sua frente está mais bonita, seu acabamento está melhor e ainda tem um sistema que detecta pontos cegos. 6 air-bags e controle de estabilidade continuam.
O lançamento oficial do Fusion Hybrid, será no dia 18 de novembro com preço de R$133.900 usando motor elétrivo de 20 cv e o 2.5 16V de 173 cv. A diferença de consumo do Hybrid para a versão SEL 2.5 é de 8,3 km/l (17,5 ante 9,2 km/l). Mas para recuperar a diferença de preço do SEL para o Hybrid, o comprador teria que anda 730.245 km com o carro. Pelo menos, abixa a poluição a faz sua parte.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mercedes Benz S 400 Hybrid



Modelo de luxo da marca de três estrelas tenta conjugar todo o vigor e fôlego do motor V6, de 279cv, com a eficiência ecológica de um pequeno propulsor elétrico, de 20cv, que é alimentado por uma bateria de íon de lítio de alta voltagem. Com essa mistura, mais a adição do sistema start/stop, que desliga nas paradas mais longas, essa versão do S400 consegue reduzir consumo e poluição, mas não de forma significativa, mesmo para um grande sedã de luxo, que pesa quase duas toneladas.

Mercedes-Benz S400 Hybrid não é como outros modelos do gênero, e não consegue ser movido apenas pelo motor elétrico, de 20cv, que é alimentado por bateria de íon-lítio

Quando se fala em carro híbrido, logo se imaginam dois motores tracionando as rodas: o elétrico em determinadas situações e o convencional (a combustão) em outras. Ou ambos.

Assim é, por exemplo, o mais famoso híbrido, o Toyota Prius.

No ano passado, a Mercedes resolveu levar a ideia para o seu grande e luxuoso Classe S, acrescentando ao modelo S 350 (que tem motor V6 3.5 de 279cv) um pequeno motor elétrico de 20cv.

Aí vem a questão: um motorzinho de 20cv dá conta de um peso pesado de quase duas toneladas? Claro que não: o S400 sempre anda com o motor V6 e, diferentemente dos outros híbridos, não é capaz de rodar só com o motor elétrico, que é alimentado por uma bateria de íon-lítio (primeiro carro em série a utilizá-la) de alta voltagem. E faz também o papel de motor de arranque e alternador. No porta-malas, vai a bateria convencional de 12 volts.
E como é que o S-400 reduz consumo e poluição?

O projeto prevê, durante as desacelerações, um aproveitamento da energia cinética para recarregar a bateria de alta voltagem. O motor elétrico só entra em ação nas acelerações, retomadas ou quando o motorista pisa fundo no acelerador. Ou seja, evita-se o alto consumo de gasolina do V6 colocando-se no circuito 20cv adicionais a partir de energia elétrica regenerada.

Além disso, o S400 conta com o sistema "start-stop", que desliga (e liga) o motor automaticamente quando se para num sinal ou no congestionamento.

No fim das contas, diz a Mercedes que, em relação ao S-350 (só com o motor V6), há uma redução no consumo de quase 20% e chega a fazer 9km/l na estrada. Mas apenas 7 km/l na cidade. Reduz também a poluição e emite "apenas" 186 gramas de C02 por quilômetro contra 234 g/km da S-350.

Quase não há diferença entre dirigir o S-400 e o S 350: o "híbrido" acelera até 100 km/h em 7,2 segundos, tem a mesma caixa automática de sete velocidades, o mesmo luxo no interior e o mesmo painel acrescentado do gráfico que mostra o funcionamento do motor elétrico.

É um "semi-híbrido". Uma solução "em cima do muro", suficiente para reduzir o peso na consciência do motorista ao volante de um pesado e luxuoso automóvel, pois bebe e polui um pouco menos que o habitual. Preço da consciência "tranquila": na Europa, o S400 custa cinco mil euros a mais que o S350. Ao Brasil, o carro chega em março e não tem preço definido, mas será vendido por um valor próximo dos R$ 550 mil.