segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Não é você que acha genial um carro de 3 portas ?
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Como fazer seu carro 1.0 render mais sem gastar nada
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 6 kg
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 300 g
Redução de peso: 30 g
Redução de peso: 100 g
Redução de peso: 400 g
Redução de peso: 200 g
Redução de peso: 100 g
Redução: 20,3 kg
Redução de peso: 30 kg
Redução de peso: 92 kg
Redução: 15 kg
Redução de peso: 100 g
Redução de peso: 5 kg
Redução de peso: 10 kg
Redução de peso: 3 kg
Redução de peso: 4 kg
Redução de peso: 6 kg
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 5 kg
Redução de peso: 4 g
Redução de peso: 20 kg
Redução de peso: 300 g
Redução de peso: 2 g
Redução de peso: 5 kg
Redução de peso: 10 kg
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 30 kg
Redução de peso: 500 g
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 900 g
Redução de peso: 40 g
Redução de peso: 15 kg
Redução de peso: 1 kg
Redução de peso: 2 kg
Redução de peso: 8 kg.
REDUÇÃO TOTAL: 283,5 kg
Agora sim sua nave vai voar!!1
PS: Minha meta é chegar aos 300 kg.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Homens estão processando mulher que eles salvaram de incendio
Três anos atrás, dois homens de Ohio viram um Hummer H3 incendiado no fim de um aterro às margens da estrada. Depois de correr em direção ao veículo, retiraram uma mulher das chamas. Agora estão processando-a por danos e ferimentos que sofreram ao salvar sua vida. Cuma? Os dois homens, David Kelley e Mark Kincaid, foram condecorados por representantes do estado por arriscarem suas vidas no salvamento de Teresa Tanner, 28 anos, cujo Hummer H3 saiu da pista em março de 2009 e pegou fogo. Desde então, Kelley contou ao The Columbus Dispatch que tem sido prejudicado pelo acidente e as queimaduras:
“Tudo o que sei é que já não sou o homem que era antes”, disse Kelley, um caminhoneiro de 39 anos de idade e pai de cinco crianças. Ele diz que seus pulmões foram tão atingidos pela fumaça e pelo fogo naquele dia que hoje não consegue carregar um cesto de roupa pelos três andares de sua casa.
A história de Kincaid poderia ser igual ou diferente se ele pudesse contá-la, mas ocorre que o sujeito está sendo acusado de um assalto à mão armada e se recusou a falar com o jornal. Ambos entraram com um processo na corte do condado, pedindo pelo menos US$ 25.000 de indenização a Tanner.
Kelley, que não tem plano de saúde, disse que só resolveu processá-la depois de ouvir de um amigo que o acidente de Tanner teria sido uma tentativa de suicídio. O relatório da polícia diz que Tanner discutiu com outra pessoa e falou em por um fim à própria vida antes de destruir seu H3 vermelho 2008, com a placa “5POILED” (algo como “mimada” em português). Tanner ainda não respondeu, mas os seus salvadores têm base legal para processá-la por uma indenização caso a vítima resgatada tenha sido imprudente ou negligente. E Kelley sustenta que, se passasse pela mesma situação de novo, ele faria o mesmo – mas com um pouco mais de cuidado com o preço a ser pago.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW NEW

A: -O novo Civic vem aí!
B: -Quê? Chegou tarde amigo, ele já está no mercado desde 2007…
A: -Não, não! Este é diferente, é 2012, é o New Civic. Mudou tudo.
B: -Mas o nome já não era “novo”?
A: -Sim, mas o novo ficou velho, então agora temos o novo New Civic, o Novo Novo Civic, enfim, novidade.
B: -E quando a próxima geração sair? Vai ter mais um “new” ou “novo” no nome? Até quando vai isso?
A: -Não faça perguntas difíceis.
Você não se diverte com os marketeiros e publicitários? Se não, deveria. Nós rimos junto com eles quando eles fazem as sacadinhas geniais de comerciais e posicionamento de produtos no mercado, e rimos da cara deles quando tentam fazer atalhos que resultam em cagad@s – consequência da necessidade constante do “think out of the box”.
A última moda destes caras – que odeiam ser confundidos um com o outro, mais que arquitetos e engenheiros civis – é o emprego de palavras grudentas. Imagino que a categoria destas palavras grudentas deva ser descrita por outra palavra grudenta, porque palavras grudentas é o que eles mais gostam. Nos anos 80 e 90, a moda eram metais nobres, mas comuns: Ouro, Gold, Silver, Prata. Ou coisas descritivas, como Special, Exclusive, Plus, etc. De um tempo pra cá, a coisa ficou mais hi-tech ou sofisticada: Carbon, Platinum; ou Premium – que descreve desde ração de cachorro até cartão de crédito. Ou radicais, tipo X-Treme, Mega, Ultimate. Já o Personal emboiolou e virou Personalité. Huumm… boiolinha!
Ah. Sustentabilidade, ô palavrinha maldita usada por esses caras para “agregar valor”. A gente odeia quando descobre, mas temos de admitir: funciona. Vende, nós compramos mais. Então, so sorry… eles estão certos, eu estou errado.
O mundo dos carros estava relativamente tranquilo de palavrinhas mágicas (exceto aquela mentira do “feirão a preço de fábrica”, dando a entender que ou as fábricas estariam dando o carro para você a preço de custo, ou que você não pagaria o valor intermediário entre a marca e a concessionária. Não seja tonto).
Bem, mas indo ao que interessa: quando o Gol bolinha saiu, ele era o novo Gol. Sem a maiúscula ao lado do prefixo, porque é óbvio, o prefixo não fazia parte do nome. Tanto que virou o quê, o Gol bola, contraposto ao Gol caixinha. Não desmerecia o produto, não o depreciava – o carro continuou como líder isolado de vendas no país. Assim como o mercado praticamente se auto-regula na economia, a sociedade também cuida de definir os produtos – não precisa de um geniozinho que acredita estar num nível de percepção acima do resto.
Mas aí um destes acima quis pensar “out of the box”. Quis trazer um frescor de novidade que fosse incorporado ao produto, sem abrir mão dos valores já conquistados por ele. Daí nasceu o New Beetle em 1997. Notem a maiúscula, o New faz parte do nome dele. Mas se nem a Nicole Kidman fica jovem pra sempre, é óbvio que o New Beetle um dia iria ficar old.
O resultado disso é que o Beetle 2012 perdeu o “New” do nome, ficando apenas com o ano incorporado ao nome. Então, na hora de vendê-lo, você pode anunciar o bichinho como… “vendo Beetle 2012 2012-2013″, que tal?
(nota: agradecimento aos leitores Rafthehay e BrizioPaes pela correção)
Cousa líndjia
Claro, nem tudo é espanco. Tem um lado da história que justifica o New fazer parte do nome do Beetle “reloaded”. Apesar de querido, popular, carismático e tudo o mais, o Fusca era visto como um ícone de atraso tecnológico. Não dá pra trazer este nome de volta pelado, sem um temperinho que dissesse de alguma forma “ei, não sou mais um carro democrático e popular! Não é só o automóvel que é novo, sou um conceito completamente novo também. Virei uma coisa feita pra mulheres e bi…”. Enfim, uma brisa.
Só que isso não vale muito para o resto do mercado. O resto que adotou o New ou Novo foi por oportunismo, o mesmo oportunismo que você encontra na Alface Premium ou em todos os bancos “sustentáveis” – você acha mesmo que eles são altruístas a este ponto?
Daí chegamos neste cenário que temos hoje. Todo mundo ficou gago. Pergunte pro seu colega sobre o Civic que vem aí. O cara vai falar:
-O novo Novo Civic?
Ou chegue na Ford, e pergunte do novo Fiesta. Essa é boa.
-Você quer o Novo Fiesta ou o New Fiesta?
Cuidado cara, são dois carros completamente diferentes. O Novo Fiesta é um velho Fiesta com cara de ET de Varginha, o New Fiesta é um carro muito mais caro e bacana, importado. Agora, pense quando saírem as novas versões deles: novo novo Fiesta e o novo New Fiesta. Ou o Novo Fiesta 2013.
É tanta novidade que tudo parece monótono e o velho é que parece novo.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Enfim um vendedor honesto na internet

A internet está repleta de vendedores espertalhões, que tentam mascarar suas carroças com anúncios maravilhosos e fotos maquiadas. Esse cara parece ser uma exceção e resolveu falar a verdade – ou simplesmente concluiu que ninguém acreditaria em elogios a um Yugo. A seguir, uma tradução com liberdades:
“Estou vendendo esse monte de lixo chamado Yudo. Projetado por algum engenheiro retardado e montado por um monte de operários bêbados.
Tem o manejo e o desempenho de um carrinho de supermercados.
Você pode contar com ele todas as manhãs da mesma forma que pode contar com o Romário em um treino às 8h.
Mantém seu valor como uma casa construída em morro em época de chuva.
Uma lata de Coca-Cola é mais rígida que este carro.
38.000 milhas originais (61.155 km)
Único dono, documentos originais, nota de 1988
Histórico limpo, sem acidentes.
O pior carro que você pode comprar. Não espere uma barganha aqui.
Traga 2.200 dólares e leve um monte de ….. história.”
